REQUALIFICAÇÃO DA ORLA MARÍTIMA DE RIBEIRA DA BARCA DEVERÁ ESTAR CONCLUIDA NO INÍCIO DE 2019

  

 

A Câmara Municipal de Santa Catarina perspectivou ontem que as obras de requalificação da orla marítima da vila piscatória de Ribeira da Barca, possam estar concluídas no início do próximo ano.

  

Trata-se, segundo a edilidade, de uma obra que começa na zona de Lém Rocha e se estende até o polivalente local, contemplando equipamentos desportivos, nomeadamente ‘fitness’, parque infantil, duas passagens área para facilitar a circulação de pessoas na época das chuvas e quiosques, num investimento de mais de 17 mil contos no âmbito do Fundo do Turismo.

“É uma infra-estrutura virada para o desenvolvimento de Ribeira da Barca, porque sendo uma vila, com grandes potencialidades e, estando situada nas proximidades das maravilhas de Santa Catarina que a fazem ser muito procurada, há necessidade de criar infra-estruturas de qualidade para criar mais atractividade, visando dinamizar toda a actividade económica e fazendo com que o desenvolvimento aconteça também em Ribeira da Barca à semelhança da cidade de Assomada”, sublinhou o autarca, aquando da assinatura do contrato com a empresa vencedora.

José Alves Fernandes reiterou que para a sua equipa “o desenvolvimento é integrado e para todo o concelho”, lembrando que é por isso que fizeram um “investimento forte” no centro de Assomada e que agora estão a sair fora da urbe, iniciando pela Ribeira da Barca, mas que esse investimento vai ser extensivo a todas as povoações.

Tendo em conta que nesta vila a população vive da apanha de areia, José Alves Fernandes lembrou que a infra-estrutura vai inibir esta prática, até porque, segundo o executivo camarário, a mesma vai criar outras actividades geradoras de rendimento, ou seja, actividades económicas viradas para negócios e turismo.

Abordados pela Inforpress, alguns moradores que aguardavam com “alguma ansiedade” o arranque das obras porque, tal como a edilidade, defenderam que isso vai alavancar o desenvolvimento da vila piscatória, que há muito tempo não recebe obras dessa envergadura.

“Ribeira da Barca encontra-se abandonada pelas autoridades e se agora chega uma obra desta envergadura, só nos resta estar contentes e felizes”, disseram os entrevistados da Inforpress, sobretudo os jovens.

A população que diz esperar que se cumpra os prazos da execução da empreitada de aproximadamente 73 dias, apelou, entretanto, a câmara no sentido de cumprir com uma das promessas aquando da socialização do referido projecto, ou seja, que a mão-de-obra seja local.

Adriano Sanches, sócio-gerente da empreiteira (TCHNOR), vencedora do concurso, confirmou que esta preocupação foi acautelada numa das cláusulas contratuais, segundo as quais, à excepção do pessoal técnico e da direcção, toda a mão-de-obra vai ser local.

Entretanto, a edilidade vai proceder ao lançamento da obra no dia 16, com a presença do ministro do Turismo, Transportes e Economia Marítima, José Gonçalves.

 

FONTE: INFORPRESS

 

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