OLAVO CORREIA PRESIDE A FÓRUM ORGANIZADO PELA INCUBADORA DE NEGÓCIOS

CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA CATARINA DE SANTIAGO

GABINETE DE COMUNICAÇÃO E IMAGEM

 

Prezado/a Jornalista

O Vice Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Olavo Correia, preside ao Fórum Mecanismos de Financiamento das Micro e Pequenas Empresas. Organizado pela Incubadora de Negócios de Santa Catarina, este fórum de discussão acontece no próximo dia 20 de novembro, tendo por palco o Salão Nobre dos Paços do Concelho.

A Incubadora de Negócios foi inaugurada em julho último, precisamente pelo número dois do Governo de Ulisses Correia e Silva. Na ocasião, Olavo Correia considerou que a incubadora é uma “estrada de oportunidade”, acrescentando que, “para criar oportunidades, temos que ter jovens empreendedores, que empreendem, inovam, e criam empresas que geram empregos para dar acesso ao rendimento”.

O Vice Primeiro Ministro considerou, ainda, que a Incubadora de Negócios de Santa Catarina é uma “ideia extraordinária”, levando-o, sensivelmente dois meses depois, a efetuar uma nova visita à incubadora, desta feita para uma reunião de trabalho.

O Fórum Mecanismos de Financiamento das Micro e Pequenas Empresas consta de quatro painéis de debate, nomeadamente: “A economia solidária como base do desenvolvimento local”, “O acesso ao financiamento pelas micro e pequenas empresas como fator de sustentabilidade e crescimento”, “O cumprimento da obrigação tributária em sede do REMPE, como requisito de boa gestão de Micro e Pequenos Negócios” e “O papel dos bancos na promoção do crescimento das Micro e Pequenas Empresas”, juntando especialistas e técnicos de diversas áreas, cujos nomes iremos anunciar nos próximos dias.

 

 

 

Prezado/a Jornalista

A Incubadora de Negócios de Santa Catarina organiza no próximo dia 20 de novembro o Fórum de discussão sobre Mecanismos de Financiamento das Micro e Pequenas Empresas, tendo por palco o Salão Nobre dos Paços do Concelho.

As micro e pequenas empresas (MPE) existem em maior número que as grandes empresas, sendo muitas vezes mais propícias à criatividade e ao espírito empresarial. Ampliar a participação das MPE significa gerar mais empregos e ampliar o mercado, oferecendo ao consumidor maior escolha, permitindo a descentralização dos meios de produção e de consumo.

De acordo com os dados definitivos do Recenseamento Empresarial de 2017, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), foi possível aferir que das empresas ativas em 2017, 73,8 por cento (%) são microempresas, 10,2% pequenas empresas, 13,2% médias empresas e, apenas, 2,7% são grandes empresas. As empresas empregam pouco mais de 63 mil pessoas, sendo que cerca de 58 porcento são homens.

As ilhas do Sal e da Boavista registaram o maior aumento do número de pessoas ao serviço das empresas. Na ilha do Maio, esse número diminui, se compararmos com o ano de 2012, que foi referenciado pelo INE.

As empresas geraram um volume de negócios de pouco mais de 290 milhões de contos. E foi na ilha do Sal que se registou o maior crescimento do Volume de Negócios.

Porém, a empresas sem contabilidade organizada representam cerca de 67% das empresas ativas no país. Mas são as com contabilidade organizada que mais empregam: cerca de 75% do total das pessoas empregadas.

Cerca de 70% das empresas ativas em Cabo Verde são empresas em Nome Individual/Sociedades Unipessoais. Comércio, Alojamento, Restauração e Indústria. Transformadora concentram o maior número de empresas ativas no país.

A faturação média por empresa foi maior na ilha do Sal (49.562 contos) e menor na ilha Brava (2 874 contos). A faturação média por trabalhador foi maior na ilha de São Vicente e menor na ilha Brava.

Segundo a vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, as pequenas empresas “são a chave para criar os 600 milhões de empregos necessários até 2030, para acompanhar o ritmo do crescimento da população em idade ativa.”

Sendo que estas organizações, formais e informais, representam mais de 90% de todas as empresas. Além disso, são responsáveis, em média, por 60 a 70% do total de emprego e 50% do Produto Interno Bruto (PIB).

Ora, pelas informações expostas, é possível destacar a importância crescente das MPE, em termos do peso e da sua contribuição para o PIB, bem como na geração de empregos estáveis e de qualidade no nosso país.

O Fórum de discussão sobre Mecanismos de Financiamento das Micro e Pequenas Empresas, pretende compreender a problemática inerente, o acesso ao crédito das micro e pequenas empresas, propondo alternativas para o crescimento e sustentabilidade dos negócios como componente umbilical da competitividade empresarial no Concelho.

O Fórum consta de quatro painéis de debate, nomeadamente: “A economia solidária como base do desenvolvimento local”, “O acesso ao financiamento pelas               micro e pequenas empresas como fator de sustentabilidade e crescimento”, “O cumprimento da obrigação tributária em sede do REMPE, como requisito de boa gestão de Micro e Pequenos Negócios” e “O papel dos bancos na promoção do crescimento das Micro e Pequenas Empresas”, juntando especialistas e técnicos de diversas áreas.

A sessão de abertura será presidida por um membro do Governo a indicar mais adiante, o mesmo em relação aos oradores dos quatro painéis de debate.

 

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Com as melhores saudações,

António Alte Pinho

(+238) 921 35 17 | (+238) 938 45 59

 

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