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Cabo Verde precisa conquistar o mercado cultural

O Ministro da Cultura considerou que o mercado cultural em Cabo Verde é pequeno e fragmentado, salientando que a melhor solução é o país conquistar o mercado para que os criadores consigam viver do que fazem.

Mário Lúcio Sousa pronunciava à margem da Reunião Ministerial de Alto Nível, promovida pela UNESCO em colaboração com o Governo e o Sistema das Nações Unidas em Cabo Verde, com objectivo de promover uma resposta multi-sectorial integrada para abordar o desemprego dos jovens, aproveitando o compromisso político de alto nível, bem como a troca de experiências e boas práticas no que diz respeito às acções que apoiam as indústrias culturais e o emprego no sector criativo.

“ Criamos em 2011 “biur expor” que trabalha exclusivamente em conquistas de mercado para colocar os nossos artistas. Já estamos muito avançados em relação a música. Começamos agora com o artesanato com a participação na “Fil” em Lisboa, e pouco a pouco vamos descobrir o mercado para colocar os nossos artistas e artesãos, ” acrescentou Lúcio.

O Ministro da Cultura disse que este encontro é uma oportunidade para Cabo Verde partilhar com cinquenta altos funcionários de Angola, Burkina Faso, Gana, Costa do Marfim, Nigéria, Senegal e São Tomé e Príncipe, as agências das Nações Unidas e outros parceiros de desenvolvimento, a sua política cultural desenvolvida no país, bem como as acções no domínio da economia criativa.

O ministro sustentou ainda que as conclusões de “praia” vai ser o número 1 sobre as economias criativas em África, e que a partir daí vai haver acções concretas no domínio da economia criativa, financiada pela UNESCO, como projecto-piloto para daqui aproximadamente um ou dois anos ter resultados concretos para mostrar como é que esta economia poderá criar emprego em África.

Deste encontro, espera-se obter uma visão de abordagem integrada por uma economia criativa e para o emprego de jovens na África, expressa através do " Manifesto de Praia", bem como um roteiro por país que defina as acções prioritárias para os próximos quatro anos.

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