Câmara Municipal do Tarrafal de São Nicolau prepara atividades de Natal

Ontem, quarta-feira, 20 Novembro, o Executivo reuniu em plenário ao longo do dia, onde discorreu sobre as atividades para assinalar as celebrações do Natal e passagem de ano, no Município. Um conjunto de eventos será realizado, desde atividades recreativas a desportivas e convívios.

Durante o encontro, o Presidente José Freitas de Brito aludiu à necessidade de se programar convenientemente as atividades da quadra festiva, de forma a termos clima e dinâmica de festa no Município.

Nalguns casos, a Câmara Municipal promove ações, noutras associa-se a outras instituições de forma a potenciar sinergias e promover festa em todos os cantos do Concelho.

O concurso que no ano passado teve pouca adesão por ser anunciado praticamente em cima da hora, acaba de ser confirmado. A rua mais bem enfeitada irá receber um estímulo financeiro na ordem dos 10 mil escudos. Um júri composto por três pessoas fará a avaliação da rua mais bem enfeitada, cuja data de avaliação ficou fixada entre 20 de Dezembro e 6 de Janeiro.

Pelo São Silvestre anuncia-se uma prova municipal de atletismo e um evento musical junto à baía de Compedrada, uma das maravilhas do Tarrafal e da ilha de São Nicolau.

Pelo Natal, realiza-se a feira de gastronomia, o concerto musical envolvendo as Igrejas e os tradicionais lanches/convívios de crianças, idosos e doentes.

Ainda durante a reunião de ontem, o Executivo apreciou e aprovou a proposta de isentar os trabalhos de reboque e pintura das casas, durante a quadra festiva. A ideia é incentivar obras de melhorias das fachadas, podendo ser feitas isento de pagamento de taxas entre 1 de Dezembro e 6 de Janeiro de 2014.

O coletivo discorreu ainda sobre outros assuntos candentes: são casos de venda e/ou doação de terrenos a particulares e instituições, ocorridos na anterior gestão, em pleno mês de Maio de 2012, sem que o processo estivesse completo, por exemplo faltando as competentes deliberações da Câmara Municipal ou da Assembleia Municipal.

A questão da dívida imputada pelo Governo central à Autarquia num valor superior a 540 mil contos esteve também em análise. Este facto continua na ordem do dia, mas para já questiona-se a legalidade de uma dívida de 1999, a um Município entretanto criado em 2005.

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