ACRIDES defende um trabalho concertado na divulgação da Convenção dos Direitos da Criança no país

A Associação das Crianças Desfavorecidas, ACRIDES, quer uma maior concertação entre o Governo, as instituições e a sociedade civil na divulgação da Convenção dos Direitos da Criança em Cabo Verde.

Lourença Tavares, Presidente da ACRIDES, deixou este desafio à margem do atelier da Convenção dos Direitos da Criança e os Direitos da Criança Cabo-verdiana, enquadrada na comemoração dos 24 anos da divulgação dos Direitos da Criança.

Lourença Tavares considerou que Cabo Verde já fez, mas precisa fazer muito mais em prol da Convenção dos Direitos da Criança. Para isso, defende um trabalho mais concertado entre o Governo, as instituições e a sociedade civil na divulgação desses direitos. “Precisamos fazer muito mais porque temos muitas crianças vulneráveis que precisam de mais atenção e proteção e, portanto, é preciso unir as forças, as sinergias e os recursos para que as respostas cheguem com rapidez e de forma muito eficaz”, pronunciou.

A Presidente da associação afirmou ainda que é fundamental empoderar e orientar as famílias, para que estas possam assumir as suas responsabilidades.

Por seu lado, o Ministro da Justiça, José Carlos Correia, frisou que com este atelier a ACRIDES pretende proporcionar a sociedade cabo-verdiana uma oportunidade de conhecer as suas formas e estratégias de intervenção social, que traduz nos cursos e actividades extracurriculares como instrumento de inclusão social para as crianças mais vulneráveis.

Refira-se que o dia 20 de Novembro é o dia em que as Nações Unidas divulgaram a Convenção dos Direitos da Criança, data em que Cabo Verde rectificou também a convenção para fazer valer a intenção de promover os direitos fundamentais da criança cabo-verdiana.

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